Inove ,pratique,invente,faça do sexo uma parceria para completar as experiencias e o contato do corpo e a alma.Levando sempre em conta que amor e sexo sao uma junçao de prazer e felicidade,e para vive-lo nao precisa de regras.





sexta-feira, 27 de abril de 2012

Elas falam o que pensam sobre ser um 'estepe sexual'

Conhecido no mundo dos solteiros por vários nomes, entre eles a abreviação de parceiro(a) fixo P.F., ter um estepe para quando surge a vontade de passar a noite com alguém não é novidade no universo masculino. Bate o desejo, o homem começa a olhar a agenda telefônica do celular e liga para aquela mulher que sempre está disposta a sair com ele, mesmo que não role nada além do sexo. O Terra decidiu saber como elas lidam com a relação de "estepe sexual".


Ao contrário do que alguns homens podem pensar, o assunto não corre apenas entre as mulheres mais modernas. Perguntadas se elas acreditavam que as mulheres tinham este tipo de relacionamento, as respostas foram: "tenho amigas que agem assim e já agi assim em algumas situações", da consultora Enyd Bentivoglio; "com certeza, acredito que a mulher tenha até mais estepes que os homens", da publicitária Luana da Silva*; e "claro, quem não tem?", da assistente comercial Camila Souza*.



Além de passarem pelo papel de estepes, de acordo com Luana, as mulheres fazem mais os homens de estepes do que o inverso. "Eles são bem mais desencanados em relação a isso. Então, se a mulher quer, não pensam duas vezes. Mas se ele quer, ela só cede se aceitar este tipo de relação", disse Luana. Segundo a diretora artística, Tatiani Patrício, "quando uma pessoa está solteira e bate uma carência, ela age da mesma forma (neste tipo de relacionamento), seja homem ou mulher. Direitos iguais".


Ser ou ter um "estepe sexual" é propício quando as duas pessoas não buscam algo sério. "Geralmente quando termina uma relação séria, na nossa cabeça a gente só quer curtir, não quer ninguém pegando no pé. Vale a diversão e satisfação de ambos", disse Luana. A fisiologista Carolina Santos entende que o homem, quando liga para a sua "estepe", quer transar com alguém que já conhece para não ter que conhecer uma pessoa nova, nem procurar prostitutas.



Sexo por sexo

"Sexo, para mim, é só sexo. É que com a mídia e cultura em cima deste assunto, tabus acabam sendo criados. No fim, é uma coisa que desde sempre foi obrigatório existir para que a vida continuasse", disse Enyd. Segundo ela, o relacionamento de "parceira fixa" precisa ser estritamente físico. "Deve-se esperar diversão sem comprometimento. O que vale é o momento", disse Camila.



O envolvimento sentimental não pode existir, de acordo com as entrevistadas. Segundo Camila, não são todas as pessoas que conseguem ter este tipo de relacionamento. A funcionária pública Dalila Ferreira não vê problemas em a mulher ser um estepe, desde que tenha ciência do que se trata o esquema e procure não se envolver. "O que eu não acho legal é a mulher se manter nessa posição porque nutre algum tipo de sentimento pelo homem, que não é recíproco, e vê nisso uma chance de estar junto", completou.



Dalila ainda acrescentou que não é permitido ter uma mulher como estepe sexual sabendo que ela tem algum sentimento pelo homem. "Também não vale ser indiscreto e usar a situação para contar vantagem entre os amigos", alertou. Saber que não se trata de relacionamento sentimental, mas sim sexual, foi colocado como prioridade pelas mulheres que falaram ao Terra.



Como conseguir uma

Em primeiro lugar, segundo Dalila, o homem precisa respeitar e saber a quem ele faz o convite. "Muitas mulheres podem se ofender e se sentirem usadas", disse ela. Além disso, ele não pode iludir a mulher, deve expor as intenções para evitar constrangimentos posteriores, avisou Tatiani.



"O homem liga sem dar ilusões, deixando bem claro o que ele quer, é só sexo", sugeriu Enyd. "Agora, se ele liga todo sensualizando, querendo conquistar, aí já se trata de um cafajeste", completou. Neste caso, o homem não quer somente sexo, mas ele precisa satisfazer a necessidade psicológica de "ganhar" a mulher.



Elas sabem quando são "estepes"

Mesmo que o homem tente enganar a mulher, não levará muito tempo para ela descobrir como é vista por ele. "Existem diversos sinais para isso, o mais comum são as ligações de última hora e a falta de retorno após o encontro", disse Tatiani. Se não acontecer conversa, é um sinal forte de que não existe nada além do sexo.



"Se ele só a convida para programas que vão resultar em sexo, se sempre convida em cima da hora, se não demonstra preocupação em saber como está a mulher", enumerou Dalila. "Quando alguma coisa a mais acontece, as duas partes costumam ser atenciosas. Mas quando é estepe, a noite a dois é maravilhosa, depois disso não há contato", disse Luana. Ainda existem algumas mulheres que sabem, mas preferem não encarar a realidade, concluiu Carolina.



Terra

sexta-feira, 30 de março de 2012

STRAP ON - INVERSÃO DE PAPEIS


A possibilidade do prazer masculino com a estimulação anal é fato, mas nem por isso deixa de ser tabu. O pavor que o heterossexual (masculino ou feminino) convicto tem com o simples comentário desse possível prazer é tanto, que isso passa de geração em geração como um preconceito pra lá de concebido. È comos e fosse a pior coisa do mundo ou uma delas. O importante é saber que nenhum homem vai virar "gay" por gostar de carícias nessa região, ou se gostar, é porque tem tendências homossexuais.

É claro que cada casal é que vai estabelecer aquilo que gosta ou não na cama. O que não pode, é ficar com receio do julgamento dos outros ou entrar em conflitos porque está tendo prazer em um lugar onde escutou a vida inteira que era proibido ser tocado.Muitas são as pesquisas realizadas sobre esse tema mostram claramente que independente de ser homosexual “Não são apenas os homossexuais do sexo masculino que sentem prazer ao serem estimulados no ânus”, diz a psicóloga Ana Cristina Nunes, mestre em sexologia. E explica o porquê: “A região é muito enervada e qualquer toque ou carícia pode ser excitante.”.

“É uma região erógena, extremamente prazerosa. Mas, muitos homens, por causa do machismo, negam esse prazer.” A presença de muitos vasos, a circulação sangüínea e a mucosa exteriorizada tornam toda a área muito mais sensível. “Por isso, qualquer toque é percebido melhor.” Porém cultura machista dos brasileiros não permite que o homem sinta este prazer.

Nos dias atuais por incrível que possa parecer muitos homens gostam dessa prática e as utilizam, semprem que podem.Algumas mulheres se recusam a uma relação dessa forma. Conheço pessoas que gostam bastante desse tipo de parzer, o problema vem sendo que em algumas regiões do país o preconceito é bem maior que em outras oque torna mais dificil encontrar parceiros que topem e entendam que o prazer de dar prazer é o grande barato na prática. Mais por outro lado muitos já descobriram esse prazer, é bastante comum nos dias de hoje encontrarmos na net anúncios de busca por pessoas que queiram sentir esse prazer ou de curiosos que querem experimentar.

1ª lição

Particularmente penso que todo indivíduo é potencialmente bissexual, mesmo que não se utilize desse lado, admito também que existem homossexuais convictos, assim como heterossexuais. A bissexualidade pode ser uma ótima opção para quem quer uma vida sexual diversificada, mas não necessariamente é uma opção generalizada. Portanto, é extremamente preconceituoso de qualquer parte, homo ou hetero, achar que um homem que tenha prazer com a estimulação anal seja essencialmente homossexual.

2ª lição

Quem disse que existe maneira certa ou errada de ter prazer desta ou daquela forma? A construção de um tabu acontece e se estabelece e pemanece tão forte de maneira velada ao longo de gerações. O indivíduo crê, mesmo sem uma opinião própria formada, que esse ou aquele comportamento é errado As possibilidades sçao muitas cabe acada indivduo aceitar ou não.

O famoso “fio-terra” Grandioso Tabu

Quem nunca ouviu essa infeliz expressão?Isso nada mais é doque uma modalidade a mais de prazer, tanto para o homen quanto para a mulher. Consiste na introdução do dedo no ânus do parceiro(a) para estimulação além da penetração por vias convencionais. Noshomens esse prazer pode ser mais intenso, pois estimula O Ponto G maculino a próstata.

3ª lição

Buscar informações é sempre importante. Vivemos em uma época maravilhosa, onde a informação é difundida muito democraticamente através de revistas, livros principalmente aqui, na internet, ainda que, eventualmente, nem toda fonte seja confiável, mas ter alguma informação é sempre melhor que não ter nenhuma.

È necessário saber e ter atenção em alguns pontos importantes para a segurança do casal, uma das mais importantes.Assim como o uso de preservativos nos acessórios ou luvas para a manipulação direta, por uma questão de higiene e prevenção de possíveis contaminações ou acidentes, principalmente com as unhas. E já sabemos que seu uso deve ser indispensável nas relações, tambem precisa-se de devida lubrificação da área, que originalmente não tem nenhuma. No caso da massagem prostática, o desconhecimento da fisiologia masculina exige um pouco mais de sensibilidade e conhecimento.
Na massagem prostática, o procedimento é feito com luvas e lubrificantes, para garantir o conforto, segurança e higiene do cliente. A Massagem pode culminar numa ejaculação ou não. O objetivo dessa massagem é liberar tensões acumuladas e oferecer momentos de prazer com o seu próprio corpo e o relaxamento mental. Não é uma sessão de masturbação, mas sim um procedimento baseado na Reflexologia Sexual Taoísta e no Tantra, e favorece a descoberta dos limites sexuais do próprio corpo, ajuda a melhorar a qualidade da ereção, pode provocar um leve aumento do pênis, ajuda no controle ejaculatório, previne doenças diversas, melhora a saúde sexual e a disposição, promove a expansão do orgasmo e consciência corporal.

Durante a Massagem você será ensinado a movimentar o músculo do períneo (PC) que é o princípio básico do Pompoarismo Masculino a fim de ajudar em distúrbios da ejaculação, fortalecer a ereção ou mesmo para prolongar o prazer e ter orgasmos múltiplos.

4ª lição

Eventualmente o prazer com a estimulação anal vem acompanhado de outras fantasias. O strap-on vem a ser a fantasia de ser literalmente fodido pela parceira com o auxílio de um acessório que é um dildo (pau de borracha) conhecido como consolo, adaptado a uma cinta que anatomicamente firma o acessório ao corpo. Alguns homens submissos têm a fantasia de ser humilhado dessa forma, ser forçado a isso por uma mulher. Outros têm, não apenas este desejo, como também o da feminização forçada. Ser obrigado a vestir-se como mulher, constranger-se e paradoxalmente excitar-se com a prática. Definitivamente a mente humana é uma caixinha de surpresas. Nenhuma mulher precisa ter prazer com estas práticas, mas existem algumas que tem um prazer especial com a fantasia da Dominação.Pois o fato de dar prazer ao outro é tão grande que esquecemos qualquer tabu.Prevalece então a velha frase entre 4 paredes vale tudo.

5ª lição

Partir pra prática é essencial e possível. É interessante, excitante e estimula e muito a criatividade. Se você é homem, tem uma parceira sexual de confiança e tem a fantasia, não tenha medo ou vergonha ouse. O máximo que pode acontecer é não gostar. Por isso é tão importante ter um canal de discussão aberto com a parceira para falar do assunto. Se você é mulher e ainda vê com alguma estranheza a proposta do seu parceiro, relaxe. O preconceito inicial é natural, anormal é depois de todas as dicas acima ainda achar que o prazer de alguns (veja bem, não disse todos) homens com a estimulação anal seja mito ou sinônimo de homossexualidade. Acreditem… Homossexuais buscam um par do mesmo sexo e não o contrário.

Se você, homem ou mulher, que está lendo este artigo e tem curiosidade, quer saber mais sobre o assunto pense bem, por que não experimentar e ver se gosto e tenho prazer também?

Particularmente penso que ninguén veio ao mundo sabendo que gosta disso ou daquilo apenas experimentando sabemos o sabor que tem, certas coisas. E somos livres para fazer testes e escolhas por isso usamos o livre arbítrio.

Edneide Ferreira

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sábado, 24 de março de 2012

Sexo Anal sem dor

O maior segredo é estar realmente a fim. Você quer? Sente mesmo vontade? Ou está apenas cedendo para agradar ao parceiro? A gente precisa, antes de tudo, investigar as nossas expectativas e os nossos desejos em relação a essa prática. Após avaliar se quer ou não quer, aí, sim, é hora de pensar em técnicas para ser cada vez mais prazeroso. Afinal, sexo deve ser sinônimo de prazer, não é?

Uma parcela das mulheres relata sentir uma enorme excitação pela prática anal. Isso se deve ao fato de o ânus ser uma região cheia de terminações nervosas e sensível às carícias. Ou seja, é possível sentir, sim, muito prazer com o sexo anal. Para isso, a mulher precisa estar extremamente relaxada. Se ficar tensa, vai acabar contraindo a musculatura e deixando tudo mais difícil.

O ideal é partir para a prática anal depois de muitas preliminares: beijos, abraços, carícias por todo o corpo, sexo oral... Tudo para que a mulher fique bastante excitada. É dessa maneira que o corpo feminino se prepara para o sexo anal.

A prática requer alguns cuidados especiais. O primeiro deles é a nossa velha conhecida: a camisinha! Ela é IMPORTANTÍSSIMA! A prática anal é a modalidade sexual que mais transmite o vírus da Aids e de outras doenças. Ou seja, sem prevenção, não dá.

Um detalhe: o preservativo deve ser trocado se o casal resolver partir para a penetração vaginal após a anal. Isso porque as bactérias que habitam o ânus podem causar uma série de infecções caso sejam transportadas pelo pênis para a vagina.

O próximo cuidado é o uso de lubrificantes. O ânus não é tão elástico quanto a vagina nem produz uma lubrificação natural como ela. Por isso é preciso utilizar algum gel à base de água, vendido em farmácias, para amenizar o atrito do pênis.

Há também uma técnica, divulgada em congressos de sexualidade de todo o país. Consiste em começar a prática com carícias no ânus, depois a introdução do dedo e, só mais tarde, o pênis. Dessa forma, a musculatura anal relaxa, facilitando a penetração.

São vários os segredos, não é? Mas o principal continua sendo o primeiro de todos: você precisa estar a fim. Assim, tudo fica muito mais gostoso.

Laura Müller

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Produtos eróticos ganham aval de médicos.

Produtos eróticos ganham aval de médicos.

Ginecologistas têm sugerido às suas pacientes o uso terapêutico de produtos eróticos para tratamento de casos de má-formações e atrofia da vagina, incontinência urinária e disfunção sexual. Não estranhe, portanto, se receber de seu médico a indicação de uma visita ao sex shop.
Alguns dos apetrechos vendidos nessas butiques eróticas, associados a exercícios com orientação profissional, têm a função de “reabilitar” o assoalho pélvico -musculatura que sustenta o útero, o intestino e a bexiga.
Em mulheres, esses músculos podem ser lesados durante o parto vaginal e perdem ainda mais força à medida que os níveis hormonais se reduzem durante o período da menopausa. O problema mais frequente é a incontinência urinária -que afeta 25% das mulheres de até 60 anos.
Desde que feitos com acompanhamento de um terapeuta, exercícios com pequenos cones plásticos de diferentes pesos, introduzidos no canal vaginal, fortalecem a musculatura e, em alguns casos, podem evitar as cirurgias de reconstituição do períneo e de “levantamento” da bexiga, afirma a ginecologista Raquel Figueiredo, responsável pelo núcleo do assoalho pélvico do Hospital do Servidor Público Estadual.
Segundo Figueiredo, 60% das mulheres com incontinência urinária de esforço melhoram com a fisioterapia. “A mulher deveria fazer exercício para fortalecer a musculatura do assoalho pélvico durante toda a vida. Ela sustenta órgãos muitos importantes e não pode ser esquecida”, afirma.
Outros produtos eróticos que costumam ser sugeridos pelos ginecologistas são os massageadores vaginais, associados a géis lubrificantes, para casos de atrofia vaginal (perda da elasticidade e afinamento) ou vaginismo (dor na vagina), provocados pela queda dos níveis de estrogênio, após a menopausa. A atrofia vaginal causa dor ou desconforto durante a relação sexual.
Próteses penianas de diferentes tamanhos também têm sido indicadas por médicos para casos de má-formação da vagina em que é preciso dilatar o canal do órgão.
“Não só indico para as minhas clientes como, às vezes, vou até à butique erótica para escolher o modelo certo para a pessoa certa”, afirma a ginecologista e obstetra Tânia das Graças Mauadie Santana, 55, chefe dos serviços de planejamento familiar e de sexologia do Hospital Pérola Byington.
De acordo com Santana, no tratamento de alguns tipos de má-formação vaginal é mais barato a mulher comprar as próteses penianas nas butiques eróticas, a preços que variam de R$ 30 a R$ 60. Nas lojas de produtos hospitalares, os moldes de acrílico seriam vendidos, em média, a R$ 700.
“Para casos em que é preciso dilatar o canal vaginal, as próteses vendidas em sex shop cumprem perfeitamente a função”, relata a ginecologista Cláudia Gazzo, responsável pelo setor de reprodução do hospital do servidor.
Segundo Edmund Chada Baracat, professor da Unifesp e presidente da Febrasgo (Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia), não existem evidências científicas que comprovem que os moldes de acrílico possam ser substituídos por próteses vendidas nas butiques eróticas. “Acho temerosa a compra desses produtos.”
Segundo ele, para casos de agenesia parcial da vagina (um tipo de má-formação em que a mulher só possui a entrada vaginal), são indicados moldes penianos confeccionados sob medida para a paciente. “À medida que a vagina vai sendo aprofundada, o molde deve ser substituído”, afirma.
O ginecologista Marcelo Zugaib, professor de obstetrícia na USP (Universidade de São Paulo), afirma ter ficado surpreso com a informação de que há produtos usados no tratamento de má-formação vaginal e de incontinência urinária sendo vendidos em sex shop. “Nunca ouvi falar nisso.”
Segundo ele, as mulheres com esses problemas só devem consumir os produtos se houver indicação do médico e com acompanhamento de um especialista em reabilitação do assoalho pélvico. “Só ele poderá avaliar o objeto indicado para o caso e se, por exemplo, a musculatura está reagindo aos estímulos”, afirma.
Nos casos de disfunção sexual feminina -mulheres que não atingem o orgasmo, por exemplo-, médicos e terapeutas acreditam que uma visita ao sex shop pode ser bastante benéfica.
“Os produtos eróticos aumentam o desejo sexual”, diz a médica Tânia Santana. Ela afirma que, após visitar uma butique erótica, as pacientes voltam com uma “idéia elegante da sexualidade”.
Segundo a psicóloga e terapeuta sexual Silvia Cavicchioli, proprietária de uma butique erótica que só atende pacientes indicadas por médicos, muitas das mulheres atendidas sentem dor na relação sexual ou têm medo da penetração ou são anorgásmicas.
“Nesse casos, é preciso ter sensibilidade para indicar produtos que vão ajudá-la a explorar o corpo e colocá-la em contato com as zonas erógenas”, afirma. A butique de Cavicchioli, que só atende com hora marcada, não possui nome na porta e se confunde com qualquer outra casa do Planalto Paulista, zona sul da capital.
“A mulher deve perder o preconceito de sentir prazer. Ir a um sex shop não é coisa de psicopata. É supersaudável para a relação do casal”, diz Raquel Figueiredo.


Fonte: Folha de São Paulo

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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Recal de Preservativos Blowtex

A Blowtex abriu recall de camisinhas que estão no lote 16JUN-B do preservativo Turbo.

Segundo nota da empresa, foi identificado um possível defeito de fabricação que pode afetar a resistência do produto, tornando-o impróprio para uso.


Os consumidores podem entrar com contato para solicitar a troca do preservativo --ou a restituição dos valores pagos-- pelo telefone 0800-779-6968, pelo site www.blowtex.com.br, pela página da empresa no Facebook e pelo Twitter (@twitesao).

Em nota, o Procon-SP afirmou que pode ser acionado pelos consumidores que não conseguirem fazer a troca do produto ou obter o dinheiro de volta.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Os dez tipos de libido

Os dez tipos de libido
Sandra Pertot

A terapeuta sexual australiana Sandra Pertot é autora do livro "Os dez tipos de libido", que explica como o desejo sexual se manifesta de maneiras diferentes nas pessoas e define quais são os principais perfis. Tanto em homens quanto em mulheres, os tipos "sensual" e "erótico" costumam ser predominantes. Nos casais swingers o erótico com certeza é quem predomina

Na obra ela explica como a libido pode afetar um relacionamento e dá dicas para que o casal supere suas incompatibilidades sexuais, procurando alternativas para equilibrar o desejo.

Abaixo a descrição de cada perfil:


Sensual – para essas pessoas o sexo é uma parte importante do relacionamento. Ver que o parceiro está satisfeito na cama aumenta ainda mais o prazer e estimula a libido. O orgasmo não costuma ser o mais importante, pois o sexo é a expressão do vínculo emocional e uma forma de reforçar seus sentimentos pelo outro.


Erótico – nesse caso, sexo é quase um hobby. São pessoas que gostam de contos eróticos, brinquedos sexuais e novas experiências na cama. As transas intensas são importantes para a manutenção do relacionamento. Esse perfil gosta de se sentir desejado e costuma investir em práticas como swing ou sexo a três.


Dependente – este perfil não lida bem com a falta de sexo. As relações sexuais são uma forma de aliviar a ansiedade, o que pode colocar uma pressão desnecessária no parceiro, principalmente se ele não tiver um desejo compatível com o seu.


Reativo – quem se enquadra nessa categoria não costuma pensar em sexo se não estiver em uma relação, por isso a vida sexual acaba sendo definida pelo ritmo do outro. Essas pessoas valorizam mais o envolvimento emocional.


"Por direito" – acham que a sua visão do sexo é a "correta" e não precisam de muita variedade para ficarem satisfeitos. Ao mesmo tempo, criam idéias fantasiosas do que os outros casais fazem na cama, o que pode trazer estresse para o relacionamento.


Vicioso – precisa de novos parceiros para se sentir valorizado. Pode, inclusive, ter uma relação saudável e 'pular a cerca' de vez em quando. Costuma perder o interesse pelo outro após a relação sexual.


Estressado – sente medo de não conseguir satisfazer o parceiro e se cobra quando passa por fases de pouco desejo, pois tem falta de confiança em suas habilidades sexuais.


Desinteressado – caracteriza pessoas que não sentem falta de sexo, mas têm dificuldade de assumir isso. Costumam ter relações sexuais para agradar o parceiro e geralmente nascem com baixa libido (o que pode ser contornado com auxílio médico).


Desconectado – nesse perfil o sexo não é prioridade. Apesar de valorizar a transa, basta aparecerem problemas ou cobranças excessivas para a pessoa esquecer o prazer sexual.


Compulsivo
– aqui o sexo não costuma estar ligado a sentimentos. As relações sexuais, em geral, são alimentadas por momentos de ansiedade e tensão emocional. Tendem a gostar de fetiches e sentem dificuldade de excitação se esses fetiches não forem satisfeitos.


Fonte: O Globo

ORGASMOS MÚLTIPLOS

ORGASMOS MÚLTIPLOS




Na década de 60, dois pesquisadores americanos, Masters e Johnson, montaram um laboratório onde se podia pesquisar cientificamente as modificações corporais durante o ato sexual humano.

Denominaram Ciclo da Resposta Sexual Humana a esse conjunto de alterações fisiológicas, o qual era constituído por 4 fases distintas. Mais tarde, a psiquiatra Helen S. Kaplan reorganizou esse conceito, identificando mais uma fase, a do desejo.

O Ciclo foi então definido tendo três fases distintas: o desejo, a excitação e o orgasmo.


Desejo

Essa é a 1a Fase Sexual, onde os instintos são estimulados e os apetites crescem. O desejo e a sensualidade são experiências subjetivas que incitam a pessoa a buscar atividade sexual. Em termos cerebrais, há mensagens neurofisiológicas que motivam a busca por sexo. Esses sinais neurológicos ainda não foram bem explicados, mas já se fala em uma espécie de Centro de Desejo Sexual no Cérebro, que seria constituído principalmente por uma pequena região cerebral denominada Claustro. Nos homens, o estímulo visual é de extrema importância para iniciar e manter o desejo sexual.


Excitação

A 2a Fase do Ciclo Sexual ocorre quando o corpo passa a responder fisiologicamente frente aos estímulos que dispararam o desejo sexual. Ou seja, a excitação é a resposta do corpo ao desejo. No homem, a excitação é demarcada pela ereção (quando o pênis fica rijo), na mulher, pela lubrificação vaginal. Duas alterações fisiológicas são as principais protagonistas nesse jogo. A congestão vascular, que é o aumento da quantidade de sangue superficial e/ou profunda acumulada em alguns órgãos do aparelho genital e extra genital, e a miotonia, que é a crescente e involuntária contração de fibras musculares.

Orgasmo

Esta é a última Fase do Ciclo da Resposta Sexual. O orgasmo, o êxtase, o gozo ou ápice de prazer é atingido quando ocorre a liberação total das tensões antes retidas, acompanhada de uma contração muscular rítmica. Nos homens observa-se a ejaculação. Acompanha-se de todo esse processo, a sensação subjetiva de profundo prazer.
Após o orgasmo, o homem tem o que se chama de Período Refratário, fenômeno este não identificado nas mulheres. É um tempo de relaxamento necessário para que ele possa reiniciar novamente a atividade sexual. Nos jovens esse período pode ser de segundos, nos mais velhos, de horas a dias.


Orgasmos Múltiplos

Definem-se Orgasmos Múltiplos aqueles picos orgasmos (de prazer) que ocorrem em seqüência, um imediatamente após o outro sem interrupção alguma. Logo, os orgasmos múltiplos não ocorrem nos homens, pois estes apresentam o período refratário, que é um impedimento fisiológico. Mesmo nas mulheres, não é um fenômeno muito freqüente.


O orgasmo feminino é muito complexo e não apresenta somente um padrão. Pode ocorrer um único e intenso orgasmo, vários orgasmos de menor intensidade ou uma união dessas duas variações. É também comum a mulher confundir a sensação prazeirosa após o coito como se estivesse experimentando novos orgasmos. Para o homem é difícil detectar se sua parceira teve vários orgasmos, principalmente se estes últimos não foram tão intensos. Por vezes percebem o orgasmo feminino pelo súbito aumento de contrações da vagina pressionando o próprio pênis. Em outras ocasiões, podem ser vítimas de um comportamento não recomendável por parte das mulheres que é a simulação do prazer. Parceiras que simulam o orgasmo tendem apenas a trazer complicações ao ajuste sexual do casal.


Os Múltiplos Orgasmos não são a regra geral e não definem por si só se a mulher tem mais, ou não, prazer quando comparada a outras com um único orgasmo. Também não se sabe se há alguma predisposição biológica ou emocional a apresentar tal tipo de resposta sexual. O mito diz que a mulher multiorgásmica é mais fogosa e pode dar maior prazer ao homem, mas não há nenhuma evidência que comprove tal teoria, até porque muitas simulam o prazer sem a percepção do parceiro. O maior prazer do homem frente as supostas mulheres multiorgásmicas está, em grande parte, associado a fantasias de ele próprio ser um "super macho" capaz de levar a mulher às alturas no domínio do prazer.


Fonte: ABC da Saúde