Inove ,pratique,invente,faça do sexo uma parceria para completar as experiencias e o contato do corpo e a alma.Levando sempre em conta que amor e sexo sao uma junçao de prazer e felicidade,e para vive-lo nao precisa de regras.





sábado, 9 de abril de 2011

Orgasmos múltiplos para ela


Recebi na newsletter da revista VIP um assunto que me chamou a atenção, e que ao ler me deixou excitada... Um tipo de massagem para ser feito na mulher. Veja uma parte do relato:

"Meus olhos continuavam fechados. Ela colocou a mão em cima da minha 'yoni' e ficou pressionando de leve. Enquanto isso, começou a emitir sons, como se fossem gemidos. Isso me deixou ainda mais excitada! Até que ela começou a acariciar com as pontas dos dedos toda a minha vagina com lubrificante. Não conseguia discernir quais movimentos ela fazia exatamente, só sabia que era maravilhoso."

Leia qual é a técnica:

"1. Posicione-se em frente a ela de uma maneira confortável. Abra as pernas da gata, mas não vá com sede ao pote. Antes de qualquer coisa, acaricie a parte interna da coxa. E deslize sua mão perto da virilha chegando até os pés. Repita pelo menos 15 vezes com intensidades diferentes.

2. Passe lubrificante na vagina dela e nos seus dedos. Com o dedo indicador e o polegar da mão esquerda, pegue a parte externa esquerda da vagina (os grandes lábios) como se fosse uma pinça. Massageie subindo e descendo. Repita o processo com a mão direita. E, depois, as duas mãos juntas (cada uma acariciando um dos lados dos grandes lábios). Repita 5 minutos de cada lado.

3. Pegue seu dedo indicador e o médio, fazendo o nº 2 com a mão. Encaixe no meio dos seus dedos os pequenos lábios (são eles que envolvem o clitóris). Faça uma leve pressão e deslize os dedos para cima e para baixo. Se eles não deslizarem direito, use mais lubrificante. Não pare a massagem: continue o sobe e desce e aperte a bisnaga do óleo ao mesmo tempo com a outra mão. Repita por volta de 10 minutos.

4. Faça uma concha com uma das mãos, como se fosse bater bafo. Coloque em cima da vagina, como se estivesse protegendo-a. Pressione por alguns segundos e deslize a mesma mão para a barriga e os seios dela – quando subir a mão, use a outra também. Passe a mão nos dois seios ao mesmo tempo. Isso vai deixá-la arrepiada. Repita 10 vezes.

5. Se você fez tudo direitinho, ela já vai estar bem molhada. É a hora de introduzir o indicador e o dedo médio juntos na vagina. Lambuze-os com bastante lubrificante. E vá com calma, não introduza tudo, só uns 4 centímetros. Faça o movimento de “vem cá” lá dentro, como se estivesse chamando uma pessoa. Você deve sentir uma protuberância pequena e esponjosa – bingo!, benvindo ao famoso ponto G. Enquanto faz o movimento, acaricie levemente com o polegar da mesma mão o clitóris dela, com movimentos circulares. Levemente mesmo, para não machucar. Se preferir, use a língua, intercalando chupadas com lambidas, como se fosse um sorvete, com certa força e pressão. Entre uma lambida e outra, você pode assoprar. Ela vai delirar. Repita por volta de 5 minutos.

6. Mude os movimentos da língua. Finja que faz uma bola de chiclete: coloque a língua para fora, encoste no clitóris com força e volte rapidinho. Enquanto isso, o dedo continua fazendo o “vem cá”. Para não ter dificuldades com a língua, faça antes um exercício de fortalecimento: coloque no fundo de um copo (100 ml) uma uva e tente tirá-la com a língua. Isso vai deixar seu sexo oral melhor. Sussurre palavras para ela, como “linda” e “gostosa”. Repita por volta de 5 minutos.

7. Depois, caso ela permita, coloque o dedo médio no ânus (use bastante lubrificante) e o polegar da mesma mão na vagina. Você vai acessar o que é chamado de ponto A, que só a mulher tem e fica entre o ponto G e a parte interna do ânus. Essa glândula libera uma lubrificação extra, próxima ao ânus. Estimule vagina e ânus ao mesmo tempo, brinque com seus dedos dentro deles, entrando e saindo, para a frente e para trás. Repita por volta de 5 minutos.

Com esses estímulos, ela vai gozar logo. E, quanto mais você fizer, mais orgasmos ela vai ter. Isso vai deixar a penetração muito mais prazerosa para ambos."

Leia a matéria completa na VIP, como desenhos ilustrativos, que traz ainda um vídeo didático...

Cinco sentidos na hora do sexo


Os cinco sentidos têm funções essenciais durante uma relação sexual. São eles os responsáveis pelo elo entre as sensações e a mente. Sem eles nada chegaria ao cérebro, o responsável pela decodificação destes estímulos.
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"Definimos os sentidos como uma porta de comunicação do mundo exterior e o interior", revela Celso Marzano, urologista, terapeuta sexual e diretor do CEDES - SP (Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade). Cada imagem, cheiro, toque, som e gosto têm um significado para o nosso cérebro. "O ato sexual é basicamente uma atividade sensorial que utiliza os cinco sentidos", explica o profissional.

Segundo Celso Marzano, a pele é maior órgão sexual do ser humano. Isso porque nela sentimos dor, frio, calor e prazer. "O tato (toque e carinho) que a mulher interpreta como intimidade e o homem como preparo para o sexo libera ocitocina que é um mediador cerebral do prazer", elucida o especialista. Já os estímulos auditivos seriam mais eficientes nas mulheres, os murmúrios atiçam os receptores periféricos dos ouvidos. A voz da pessoa amada é como um poderoso estimulante.

Quando as pessoas dizem: "Tem que ter química", podem estar se referindo ao cheiro, uma vez que ele aproxima os casais. Outro fator importante está relacionado à degustação. "O beijo durante o ato sexual mantém o vínculo de excitação e intimidade entre os parceiros como se fosse um estímulo contínuo de prazer", garante o terapeuta.

A visão é o sentido mais complexo e sua função começa muito antes do sexo. É ela que analisa os requisitos físicos, decidindo se haverá ou não uma maior interação entre os casais. "Os órgãos sexuais não são considerados belos sob o ponto de vista estético, mas tornam-se atraentes e desejáveis na medida em que o sujeito é influenciado pela emoção e pela fantasia", justifica Marzano.

De acordo com o terapeuta sexual, é a paixão e o amor que estimulam todos os sentidos. Além disso, as fantasias sexuais, a sedução e até a aproximação física ajudam. Há momentos em que vários sentidos são utilizados ao mesmo tempo, no caso do sexo oral e do beijo, que empregam tato, paladar e olfato.

A relação sexual, segundo o terapeuta, "não começa no começo e nem termina no final": "O ‘antes do antes’ tem inicio com as posturas corporais ou expressões faciais que demonstram excitação, desejo e volúpia, onde as construções de fantasias eróticas aparecem e fazem com que homens e mulheres entrem com mais facilidade na relação sexual propriamente dita". "No ‘depois do depois’, ou seja, a manutenção do desejo, é demonstrada no aconchego, no ficar juntos, na intimidade e nas confidências", finaliza Marzano.

Por Bianca de Souza (MBPress)

O Poder da Masturbação


Se no universo masculino a masturbação está presente desde a adolescência, no feminino é um tabu que vem sendo derrubado aos poucos. Hoje, a mulher moderna se toca mais, conhece mais o próprio corpo e pode dar as direções para que, numa boa parceria entre as mãos e o resto do corpo, ela e o amado alcancem o prazer.

O melhor de tudo isso é que elas agora estão descobrindo (e aproveitando) o bom prazer que vem da masturbação
Para algumas mulheres, ele pode ser até melhor que o da penetração em si. Isso porque a correta manipulação do clitóris leva muitas delas à loucura na velocidade da luz.

Se não for a responsável pelo orgasmo em si, a masturbação da região genital feminina pode ser usada como ótima carícia preliminar, fazendo com que o aquecimento para a penetração seja ainda mais estimulante. "Mas é preciso tomar cuidado porque algumas mulheres já se satisfazem com a masturbação e perdem o interesse na penetração", explica a Gina Strozzi, psicóloga, especialista em sexualidade humana. Isso significa deixá-lo literalmente na mão.

Ela lembra ainda que muitos casais não qualificam a masturbação como ato sexual, mas é preciso respeitar os contratos que cada um estabece. "Para o homem a masturbação é muito mais comum do que para a mulher. E mesmo com isso mudando, a partir da revolução sexual feminina, ainda há muitas que não se tocam ou permitem ser tocadas", lamenta.

Um caso onde as mulheres se sentem melhor com a masturbação é quando sofrem de vaginismo ou outros transtornos do desejo sexual. "Se o homem souber manipular bem a região, pode fazer com que a penetração facilite mesmo. Mas não podemos generalizar, afirmando que em todos os casos a masturbação é melhor que a penetração. Isso varia tanto entre as pessoas quanto entre os casais", afirma Gina, que é também articulista da revista Releitura, da Garimpo Editorial.

Além disso tudo, Gina explica que é preciso estar atento à importância da masturbação com as novas formas de relacionamento. A internet, por exemplo, deu a essa boa manipulação um status primordial na hora de manter relações à distância. "O sexo virtual se baseia muito na masturbação. Em casa, de maneira segura, as pessoas podem fazer sexo, se transformar, ser quem quiser. A manipulação dos genitais é muito importante na erotização e está mais ‘popular’ agora, com o universo menos restritivo".

Nesse caso, é a liberdade sexual tomando novas formas. É a virtualização do prazer - que pode começar sempre com você mesmo. Sozinhas ou com a mãozinha do parceiro, é preciso deixar essa manipulação mágica mostrar seus poderes.

Por Sabrina Passos (MBPress)

terça-feira, 5 de abril de 2011

Masturbação

Masturbação é um negócio muito legal. E muito natural e salutar. Só que as pessoas colocam um monte de neuras.

A questão é que desde pequeninos somos ensinados a "não colocar a mão aí", especialmente as meninas. E os meninos são ensinados a colocar a mão ali desde que em recintos privados. Tem mães modernas que deixam as meninas praticarem masturbação infantil, mas isso não é tão comum, mandam as garotinhas para o quarto ou banheiro, e quando digo garotinhas, é menininhas mesmo, de um a dois anos de idade, pois é um impulso esse de colocar as mãos nas partes pudendas. Chegam a colocar objetos lá, afinal é um orifício. Os meninos ficam puxando o pingolim até ficar durinho.

Mas nada disso é realmente erotizado. A erotização vem mais tarde, vem do ambiente, daquilo que se coloca em torno daquele impulso de descobrir o corpo que o ser humano tem, já que nasce sem se quer conseguir enxergar direito.

98% das pessoas se masturbam, e os outros 2% mentem.

Quando a masturbação começa na vida de uma pessoa? Sério... quando começou na sua vida como uma forma de obter prazer? Era uma coisa erotizada? Tinha a ver com o seu corpo e o corpo do outro? Não sei se existem respostas parecidas para todas as pessoas, pois em termos de sexo, temo que as respostas tendam a ser enviesadas, ocultem tanto quanto exponham.

Expor a sua intimidade é algo feio, constrangedor. Você pode falar até que seus pais lhe batiam e lhe traumatizaram, mas não vai falar tão facilmente da sua vida sexual, em especial em idades muito tenras... para a sua cabeça, ou dependendo do que você pensa que os outros vão achar. Parece que o sexo revela da gente mais do que outras coisas, até mais "sérias", revelariam.

Tem muito namorado que já pediu que a namorada se masturbasse para ele ver. E muita namorada que não sabia exatamente como fazer isso. Outras pensaram em fazer um show estilo filme pornô, fingindo gozar, pois na verdade o modo como se masturbam não é nada sensual. Algumas como eu, não conseguem se masturbar direito. Não consigo fazer duas coisas ao mesmo tempo: gozar E me masturbar. Quando estou chegando lá, perco o ritmo e aí já era. :( Daí que quando descobri vibradores e etc, foi a redenção. Viva os gadgets! Viva os sex-shops!

Tem namorada que gosta que o cara se masturbe para ela ver, ejacular na cara dela, no corpo dela todo, mas tem horror de vê-lo se masturbando sozinho com uma revista pornô. É traição!!!!

A masturbação pode ser parte da brincadeira, como um masturbar o outro por debaixo da mesa de um restaurante, dentro do cinema, na rua, num canto escuro, o toque furtivo... se um conhece bem o outro e sabe a sutileza do prazer do outro, pode até torturar e fazer a coisa mais divertida e cúmplice.

Um casal que se mantém masturbando mesmo na ausência um do outro, eu acho que mantém o pique do sexo. Se há desejo, fica como se a energia sexual estivesse sendo estimulada do tempo todo. E com sentimento mesmo, pela antecipação, pela fantasia, pela loucura. Ou se as pessoas estão sozinhas, também faz bem. No caso da mulher, alivia o estresse sexual, faz bem para a pele, ajuda a manter o tônus vaginal, tem exercícios ótimos tanto para a vagina como para o esfíncter e reto, enfim, ficar em forma, saudável. Por outro lado, para a mulher que tem dificuldade de atingir o orgasmo, é um exercício de conhecimento do próprio corpo que é terapêutico, e pode depois ser praticado com o parceiro para ajudar a melhorar essa situação dela.

O companheiro perfeito para a masturbação é o sexo oral, mas a não ser que você seja contorcionista, não dá para fazer sozinho. Mas sim, o homem que sabe masturbar uma mulher e combina isso a uma chupada bem feita... pronto... já tem um bom caminho andando para tê-la como um cachorrinho atrás dele. Do mesmo jeito a mulher que sabe combinar com maestria chupar e masturbar... o cara vai querer tê-la embaixo da mesa do escritório dele expediente integral.

E nada disso precisa ser piranhagem, cachorrice, nada disso! É gostar de ter prazer e dar prazer, caramba! Entre duas pessoas não há mal nenhum, e se puder colocar toda a personalidade misturada, a carga de desejos, de fantasias, a riqueza de imagens e sonhos que cada um traz, aquela coisa tão pueril que é uma masturbação pode ficar algo muito, mas muito estimulante e forte.

Porque não incorporar a masturbação no dia a dia do solitário, e mais, porque não na rotina do casal ativo? É muito tesão que pode transbordar...

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Você faz sexo bem? por Regina Navarro Lins

Regina Navarro Lins: Você faz sexo bem?

Recente estudo revelou que o Brasil é o país, da América Latina, em que homens e mulheres têm o maior número de parceiros sexuais. Aqui registra-se o maior percentual de pessoas que associa relação sexual a prazer, 35,6%. Esta é uma boa notícia, na medida em que não há dúvida de que o sexo é importante para a saúde física e mental. Um estudo sueco, que examinou a vida sexual de homens com mais de 70 anos, descobriu que aqueles que morreram antes de completar 75 tinham parado a vida sexual muito tempo antes. Outro estudo, na Inglaterra, concluiu que homens que fazem sexo ao menos duas vezes por semana vivem mais do que aqueles que fazem sexo menos de uma vez por mês.

Entretanto, há uma questão a ser resolvida. W. Reich, famoso psicanalista austríaco da 1ª metade do século 20, diz que não é só a quantidade de sexo que importa. Fazer sexo bem é fundamental. Para ele, a saúde mental depende de como a energia sexual é descarregada, isto é, do ponto até o qual o indivíduo pode se entregar e experimentar o clímax de excitação no ato sexual. Reich tinha total convicção da importância da qualidade do sexo para evitar neuroses.

Antes dele, muitos psicanalistas acreditavam que se um homem tivesse ereção e realizasse o ato sexual já seria suficiente. Um distúrbio só seria identificável no homem que não conseguisse ereção ou na mulher com ausência de orgasmo. Reich pôs em questão a normalidade de grande parte daquilo que passa por sexo normal. Baseado nisso, ele desenvolveu a teoria do orgasmo, na qual somente a satisfação sexual intensa consegue descarregar a quantidade de libido necessária para evitar a neurose. Para ele, o homem civilizado típico é reprimido sexualmente e só experimenta libertações parciais de tensão, que se assemelham ao orgasmo, o que a maioria das pessoas nem faz ideia do que seja.

Mas o que é, afinal, fazer sexo bem? Acredito que seja ir para o sexo sem ter nada planejado, e criar junto o tempo todo junto com o parceiro. A pessoa se sente livre para brincar despreocupada, sem pressa, à beira do orgasmo. O único objetivo é a descoberta de si e do outro, numa troca contínua de novas sensações, em que cada movimento desencadeia uma emoção diferente. Mas para conseguir isso, precisamos antes nos libertar dos preconceitos, das culpas e das crenças equivocadas.

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